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Bustrak Fretamento

Fretamento e transporte de colaboradores.Cada viagem vira evidência, não versão.

Roteirização a partir de endereços validados, reserva de assento, identificação na porta e quilometragem lida do tacógrafo. O contrato passa a ser conferido sobre registro — o que protege quem contrata e quem opera.

O ponto cego

No fretamento, quase tudo é acordado antes e conferido depois.

Quilometragem, ocupação e cumprimento de horário costumam ser reportados de um lado e aceitos do outro. Não porque alguém queira esconder algo — mas porque não existe registro que permita a qualquer um dos dois demonstrar o que aconteceu.

  1. Quatro perguntas sem resposta
  2. 01Quem realmente embarcou hoje?
  3. 02O ponto atende quem ele deveria atender?
  4. 03A rota rodada foi a mais eficiente?
  5. 04A quilometragem faturada bate com a rodada?
  6. Sem resposta técnica a essas quatro, o contrato é gerido por confiança mútua — o que funciona até a primeira divergência.

Como funciona

Do endereço do passageiro ao quilômetro faturado.

As quatro etapas se alimentam: a reserva mede a ocupação, a ocupação corrige a rota e a rota rodada fecha a conta. Tudo sobre a mesma base.

  1. 01

    Planejar

    A rota parte de endereços validados e da demanda real de cada ponto.

    O cadastro é georreferenciado e o endereço é validado pelo próprio passageiro no aplicativo. A plataforma calcula a distância da residência até o ponto mais próximo, com limite máximo configurável, e mostra quantos usuários existem em cada ponto. A definição dos pontos e das rotas continua com a equipe que avalia cada local presencialmente — o sistema entrega o dado, não a decisão.

    • Cadastro georreferenciado
    • Endereço validado pelo passageiro
    • Distância residência–ponto
    • Demanda real por ponto
  2. 02

    Reservar

    O pré check-in transforma demanda estimada em demanda confirmada.

    O passageiro reserva o assento da viagem pelo aplicativo, e a ocupação é conhecida antes de o veículo sair. Quando a reserva é vinculada à whitelist — opcional e configurável por linha —, só embarca quem confirmou presença, e o dimensionamento do dia deixa de ser aposta.

    • Reserva de assento por viagem
    • Ocupação conhecida antes da saída
    • Whitelist por reserva
    • Frota e chegada em tempo real
  3. 03

    Embarcar

    A identificação na porta responde quem entrou, onde, quando e em qual veículo.

    O leitor aceita o mesmo crachá contactless que a empresa já usa para acesso predial — sem segundo cartão e sem cadastro paralelo. A lista de autorizados fica no próprio equipamento, então a validação acontece na porta com ou sem sinal, e a tentativa de embarque fora da linha designada dispara aviso sonoro.

    • Crachá contactless da empresa
    • Whitelist por linha e itinerário
    • Aviso sonoro configurável
    • Registro de usuário, ponto, horário e veículo
  4. 04

    Medir

    A quilometragem sai do tacógrafo, mesma fonte dos documentos oficiais do veículo.

    Não é estimativa acumulada de posições de GPS nem declaração de ninguém: é o odômetro registrado no tacógrafo. Em rota fixa, o quilômetro contratado fica ao lado do rodado; em rota variável, o faturamento é calculado sobre a operação real. E cada ponto de embarque guarda o horário programado ao lado do horário de passagem.

    • Odômetro do tacógrafo
    • Contratado × rodado
    • Horário programado × real por ponto
    • Playback do trajeto
Acesso a um complexo industrial ao amanhecer, com os galpões iluminados por dentro, docas de carga acesas e o estacionamento cheio.

O trajeto casa–empresa

Entre a saída de casa e o crachá na portaria, alguém é responsável pelo percurso.

Segurança e conforto

O trajeto casa–empresa também é responsabilidade da operação.

A telemetria embarcada transforma cada viagem em indicador de condução. Não para punir motorista: para que a conversa sobre direção segura aconteça sobre evento registrado, e não sobre relato de quem estava no ônibus.

Zonas de velocidade

Limites configuráveis por localização — escola, área industrial, trecho urbano. Ao entrar numa zona reduzida, o motorista recebe aviso de voz no próprio equipamento. Cada excesso fica registrado com data, hora, local e duração.

Aceleração brusca
Arrancada que compromete o conforto de quem está em pé.
Frenagem brusca
Indicador de risco e de desgaste mecânico.
Curva acentuada
Manobra que desestabiliza passageiro sentado ou em pé.
Excesso de velocidade
Por zona, com tolerância configurável.

Aplicativo e portal

A reclamação vira dado antes de virar problema.

O mesmo aplicativo em que o passageiro reserva o assento é o canal por onde ele avalia o serviço e resolve o que é dele. O que antes chegava como queixa isolada passa a chegar medido.

O passageiro responde

Pesquisas lançadas pela própria plataforma sobre pontualidade, conforto, condução e limpeza. Os resultados chegam consolidados, sem planilha paralela e sem alguém compilando resposta.

  • Pesquisa personalizável
  • Resultado consolidado

O passageiro resolve

Chamados, reclamações e sugestões pelo mesmo aplicativo, além da atualização do próprio endereço cadastrado — cada uma dessas é uma conversa que deixa de acontecer por mensagem avulsa.

  • Canal direto
  • Atualização cadastral

A atualização de endereço fecha o ciclo com o planejamento: quando o passageiro muda de casa e corrige o cadastro, a próxima revisão de rota já parte do endereço certo — sem alguém precisar perguntar.

Vamos conversar

Quer conferir o contrato sobre registro?

Agende uma demonstração do Bustrak Fretamento e veja embarque, ocupação e quilometragem medidos viagem a viagem.

Sede
São Paulo, SP